sexta-feira, 2 de julho de 2010

A CAMADA DE OZÔNIO






Devastação, destruição, dor, choro, lágrimas;
Grave dano causado com problemas que se arrastavam.
Buraco que foi se alastrando e que aparentemente é irreparável.
Ficam os pensamentos do que poderá ser feito.
Não podendo modificar o passado, mas melhorar o futuro.

Faço estudos, análises e reflexões.
Se tivesse agido de maneira mais sóbria e sensata,
Não com atitudes egoísta e mesquinha: respirando ar puro.
Preocupando-se com o amanhã, com a criança, o inocente,
O menos culpado é o que mais tem sofrido.

Agora vivem com as consequências da irresponsabilidade.
Recuperar dos danos causados: respiração ofegante;
O corpo sofrendo com o coração apertado, ferido.
Será que estão com a consciência pesada?
Necessário o arrependimento, mudar as atitudes.

Se assim for, ainda será preciso restauração,
Com paciência e maturidade, trabalho e compromisso,
Estancar a hemorragia.
Fechar os buracos, as brechas,
Para melhorar o futuro.

Buracos cicatrizados que não poderão mais ser mexidos
Para não retornar a contaminar o ar,
Ar do COTIDIANO em que vivemos e respiramos.
Limpo e puro: purificado; mente desobstruída.
E neste tempo, enfim, viver em família reconstruída.


"Toda a cabeça está enferma e todo o coração fraco. Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã; há só feridas, contusões e chagas vivas; não foram espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo…..Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados são como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, tornar-se-ão como a lã. Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o bem desta terra;"
(Isaias 1:4b, 5, 18 e 19)


Wagner Pires

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